Monitoramento de Produtos Farmacêuticos: Portaria 802/98 da Anvisa

Os produtos farmacêuticos necessitam de um monitoramento constante, seja durante o transporte ou a armazenagem. Quando falamos de monitoramento dos produtos farmacêuticos, um dos itens mais importantes é a temperatura. 

A distância do trajeto, duração do deslocamento, quantidade de volumes, carregamento e descarregamento dos produtos pode interferir na eficácia de um medicamento devido à oscilação da temperatura. 

A Anvisa, com o objetivo de regulamentar aprovou a revisão da Portaria 802/98 para garantir a qualidade dos medicamentos pelas distribuidoras e transportadoras. A revisão da Portaria visa prover maior controle e rastreabilidade na cadeia, de forma a garantir a qualidade dos medicamentos durante as etapas de distribuição, armazenamento e transporte. 

Conforme descrito no artigo 2, essa lei se aplica às empresas que realizam atividades de distribuição, armazenagem ou transporte de medicamentos. 

Segundo artigo 7, as empresas envolvidas na atividade de distribuição devem se abastecer exclusivamente de medicamentos adquiridos diretamente das empresas detentoras do registro e devem fornecer apenas às empresas autorizadas e licenciadas à dispensação de medicamentos. 

Outras disposições sobre a Portaria você pode consultar aqui

Garantia da Qualidade e Boas Práticas

Uma novidade da proposta é a implementação do Sistema Garantia da Qualidade e princípios de Boas Práticas na distribuição e transporte de produtos farmacêuticos, o que mostra um grande avanço na gestão da qualidade e controle da temperatura.

Essa mudança é importante para o Brasil, pois os processos de armazenamento, distribuição e transporte de produtos farmacêuticos estão presentes desde o fornecimento da matéria-prima até a distribuição do produto acabado. Isso significa que, todas as etapas que envolvem a cadeia produtiva e de distribuição devem cumprir todas as legislações, para manter a eficácia e qualidade dos medicamentos para o consumidor final.

Nesse processo, o farmacêutico tem a responsabilidade de garantir o correto gerenciamento da logística de transporte e distribuição de medicamentos.

Ou seja, ele tem o importante papel de fazer a legislação sanitária ser cumprida, liberar produtos aos estabelecimentos apenas licenciados por órgãos sanitários, manter o manual de boas práticas de distribuição e armazenagem, além de supervisionar as etapas de recebimento, armazenagem e expedição dos produtos farmacêuticos.

Solução de monitoramento de temperatura de produtos farmacêuticos

O I-Vigilant é um sistema de monitoramento desenvolvido pela Biocam que oferece essa qualidade, uma vez que é precisa no monitoramento de temperatura.

Em caso de qualquer irregularidade, o sistema envia um alerta por e-mail, SMS, What’s App, Telegram ou até mesmo impresso com assinatura digital. É possível programar o envio de relatórios estatísticos, medições agrupadas para acompanhamento constante. O sistema funciona 24 horas por dia. 

A tecnologia monitora precisamente a umidade, temperatura, pressão atmosférica e abertura de portas. Também é possível monitorar o CO2, luminosidade e poeira em um único software. Veja mais sobre o I-Vigilant aqui.  

Benefícios da Portaria 

  • Avanço na cadeia de distribuição, armazenagem e transporte de fármacos.
  • Criação de sistemas de qualidade internos nas empresas envolvidas
  • Introdução dos requerimentos de Qualificação e Validação
  • Diretrizes claras de boas práticas

Você monitora a temperatura dos fármacos? Entre em contato para saber da nossa solução. 

Biocam participa do 2º Encontro Científico BEB neste final de semana

Encontro visa promover discussão sobre endoscopia bariátrica entre médicos nacionais e internacionais

Biocam participa do 2º Encontro Científico BEB – BARIATRIC ENDOSCOPY BRAZIL nos dias 20 e 21 de setembro. O evento visa trazer mais informação sobre endoscopia bariátrica e promover uma discussão entre especialistas nacionais e convidados internacionais. Mais de 150 médicos participarão do evento. 

A Biocam irá participar hoje (20/09) e sábado (21/09), das 08h às 18h com a exposição do SICO 2 e fará uma demonstração do equipamento em 3 salas cirúrgicas. O SICO 2 é um sistema capaz de insuflar apenas o gás CO2 nos exames, reduzindo o desconforto do paciente.

O sistema possui um fluxômetro de precisão, calibrado para trabalhar com baixa pressão, garantindo o fluxo necessário para o exame sem causar danos ao endoscópio.

Benefícios do SICO 2

  • O CO2 é naturalmente absorvido pelas células do sangue e a excreção realizada na expiração.
  • Estudos realizados mostram que não existe retenção de CO2 no paciente, sendo dispensável o uso de capnógrafo.
  • Diminui de 24 horas para 2 horas o desconforto pós-exame.
  • Otimiza o tempo dos processos da equipe de enfermagem.

Conteúdo Programático do Evento

  • Procedimentos Endoscópicos para Tratamento da Obesidade
  • Balão Intragástrico
  • Gastroplastia Endoscópica
  • Revisão de Endosutura Gástrica
  • Tratamento Endoscópico de Refluxo pós-bariátrico
  • Tratamento Endoscópico da Diabetes
  • Plasma de Argônio

Convidados Internacionais do Evento

Dr. André Teixeira – Orlando, Estados Unidos da América / Orlando Health
Dr. Gontrand Lopez Nava – Madri, Espanha / Madrid International Bariatric Endoscopy
Dr. Harris Khwaga – Oxford, Inglaterra / IBC – International Bariatric Club – University of Oxford
Dr. Marco Silva – Porto, Portugal / Universidade do Porto
Dr. Natan Zundel – Miami, Estados Unidos da América / International Flórida University

Sobre a Endovitta

O Instituto EndoVitta é uma organização médica, com foco no combate da obesidade adulta e infantil. Tem como objetivo o bem social e busca o melhor tratamento médico para cada paciente e sua patologia. 

Oferece uma infra-estrutura que dá todo o suporte necessário para o melhor resultado possível no tratamento. Conta com uma equipe médica, altamente qualificada e atualizada no constante desenvolvimento da medicina moderna e nas pesquisas clínicas e científicas em nível mundial.

Tem um corpo clínico composto de todas as especialidades necessárias e vinculadas ao tratamento do paciente, facilitando o desempenho do mesmo para obter o resultado desejado com o tratamento.

Para se inscrever, acesse aqui. Confira também o conteúdo programático completo

Painel de gases medicinais facilita dia a dia nos hospitais

A maioria das pessoas pensa no sistema de painel de gases medicinais como o oxigênio que é bombeado para pacientes em cirurgia ou em seu leito no hospital. Na verdade, existem vários gases que compõem o sistema de gás medicinal, incluindo os gases de anestesia da sala de cirurgia.

O sistema de gás medicinal é regulado para trazer mais alívio aos pacientes. É indispensável que ele seja corretamente manipulado por profissionais especializados, seguindo as diretrizes e regulamentos para que o paciente permaneça livre de riscos.

De acordo com a CBC News, as primeiras mortes registradas por conexão cruzada de gás medicinal ocorreram em um antigo Hospital Geral de Sudbury, no Canadá, em 1973. O resultado deste trágico evento foi a evolução de um código que requer verificação de terceiros e certificações posteriores que garantam a total segurança de uso, minimizando chances de erros.

Inspeção profissional

A maioria dos hospitais contrata inspetores terceirizados para verificar todos os elementos de seu sistema para confirmar se o painel de gases medicinais está funcionando corretamente com o objetivo de manter os pacientes e a equipe em segurança e atender aos padrões estabelecidos pelas organizações reguladoras. Não realizar uma inspeção de gás medicinal periodicamente pode arruinar a credibilidade de um hospital.

O painel de gases medicinais (ou regulador de parede) para nitrogênio, ar medicinal, dióxido de carbono (CO2) e ar de instrumentos (ar de laboratório) são mais comumente usados ​​para controlar a pressão em equipamentos médicos, quebras pneumáticas e ferramentas cirúrgicas. 

O nitrogênio e o ar de instalação servem como um uso similar e são considerados um gás de suporte para ferramentas e equipamentos, o ar medicinal é apenas para uso do paciente.

Alarmes no painel de gases medicinais

Os painéis e sistemas de alarme da área de gás da Biocam são projetados com tecnologia de ponta para oferecer o máximo em segurança e confiabilidade.

Os alarmes de gás medicinal são usados ​​para fornecer informações e avisos à equipe médica e de engenharia sobre o fornecimento de gases medicinais fornecidos por uma fonte central (coletores, instalação de ar comprimido etc.) e canalizados até o ponto de uso.

O sistema de gerenciamento de alarmes permite o monitoramento abrangente do seu sistema de suprimento de gás medicinal.

O objetivo do sistema de alarme de gás médico é notificar a equipe técnica e a equipe clínica de que uma ou mais fontes de suprimento dentro de um sistema não estão mais disponíveis para uso e, neste caso, é necessário tomar alguma providência.

O sistema consiste em uma série de componentes separados que se comunicam via linha de dados. Cada componente é projetado para uma tarefa específica e é capaz de processar os sinais necessários do sistema.

Benefícios do painel de gases medicinais

  • Organização na beira do leito
  • Aumento da produtividade
  • Melhor apoio clínico e assistencial
  • Mais segurança dos pacientes
  • Eficiência nas operações
  • Aviso em caso de falha ou escassez

Solução moderna de painel

A Konek é um sistema de painel que oferece mais facilidade e organização na beira do leito. É possível fixar o painel de gases medicinais e outros materiais e equipamentos de maneira personalizada e de acordo com seus objetivos e necessidades. 

O sistema de organização na beira do leito vem com barras simples ou duplas, régua com trilhos que podem vir na horizontal ou vertical, onde é possível adicionar outros suportes como monitor, soro, bomba de infusão, cesto e porta prontuário.

O diferencial do Konek é que ele oferece um painel de gases medicinais elétrico dispostos de forma ergonômica, o que permite melhor controle e distribuição dos equipamentos. 

Permite o gerenciamento de equipamentos e acessórios de forma organizada através dos trilhos, otimizando o espaço para mais conforto de pacientes e equipe médica. São modulares, podendo ser usados na vertical ou horizontal. Além disso, possui abertura basculante ou lateral para facilitar a manutenção.

A régua de gases extensora possui 1 entrada e 3 ou 5 saídas, ideal para ampliar a distribuição de gases de acordo com a necessidade do ambiente. Facilidade de adaptação ao monotrilho em alumínio. O Konek faz com que o ambiente de tratamento seja clinicamente funcional oferecendo um atendimento mais completo e confiável.

Quer conhecer mais sobre a Konek? Entre em contato conosco e tire suas dúvidas ou solicite um orçamento!

BIOCAM é uma das finalistas do Desafio IoT 2019

Foram 30 dias para apresentar soluções aplicadas e inovadoras de IoT

A Biocam participou do Desafio IoT 2019, concebido para impulsionar uma ação consistente de empreendedorismo em Internet das Coisas. Foram 30 dias de exposição de propostas de inúmeras empresas que apresentaram soluções inovadoras de IoT e a Biocam foi uma das 10 melhores soluções selecionadas.

Agora, o próximo passo é levar a apresentação ao Technology HUB 2019, no Fórum Brasileiro de IoT para concorrer ao prêmio final em dinheiro, que visa estimular a implementação dessas tecnologias e avanços no segmento. 

Neste próximo Fórum, que acontece dias 17 e 18 de setembro, Rogério Ulbrich, CEO da Biocam e desenvolvedor da solução apresentará suas ideias de IoT na saúde e hospital 4.0

Desafio IoT

Nesta iniciativa conjunta entre o ITS (Instituto de Tecnologia de Software e Serviços), CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações), Universidade Presbiteriana Mackenzie e o Fórum Brasileiro de Internet das Coisas, procurou-se enfatizar a capacitação das equipes, tanto tecnicamente (redes, segurança, frameworks, tecnologia de comunicação, interoperabilidade, anatomia de objetos, potenciais aplicações), como técnicas de geração de ideias e desenvolvimento de projetos.

Technology Hub

A IOT Latin America cresceu e, em 2019, se transformou em uma nova plataforma de tecnologias: a Technology Hub Brasil. Um evento B2B trazendo a convergência de tecnologias disruptivas e apresentando relevantes fornecedores e líderes do setor, além de influenciadores digitais, que ao longo de 2 dias, discutirão as últimas tendências e potencialidades que afetam diferentes verticais da indústria.

Mais do que uma feira, um hub de soluções para um mundo complexo, competitivo e com muitas oportunidades de negócios.

Venha participar do evento e descobrir o que a IoT pode fazer pelo seu hospital! Inscreva-se aqui

Serviço

Fórum Brasileiro de IoT
Data: 17 e 18 de setembro
Local: Pro Magno Centro de Eventos – Av. Profa. Ida Kolb, 513 – Jardim das Laranjeiras, São Paulo
Horário: 11h às 20h

Biocam participa do 40° Encontro Catarinense de Hospitais

A Biocam participa essa semana em Florianópolis do 40° Encontro Catarinense de Hospitais à convite da Weg, empresa referência em máquinas elétricas, automação e sistemas de energia para indústria. 

Assuntos como saúde 4.0, LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), política de segurança aos pacientes, value based care, nova linha de crédito, longevidade, desenvolvimento tecnológico, gerenciamento de informações em compras, cultura organizacional, como gerenciar crises em hospitais e outras questões pertinentes serão discutidas em palestras na programação.

A Feira de Tecnologia, Produtos e Serviços Médico Hospitalares, considerada a maior feira do segmento no Sul do País, com aproximadamente 1.600m², é o espaço onde as empresas expositoras têm a oportunidade de encontrar profissionais da área da saúde para desenvolver negócios, relacionamentos e apresentar novas tecnologias. 

A feira recebe um público altamente diferenciado e o fornecedor encontra oportunidades de negócios; network nacional; interação com os líderes dos hospitais e ampla visibilidade para sua marca. Em 2019 a feira conta com 85 estandes de várias empresas referências no mercado. O evento acontece no Centro de Eventos CentroSul. Saiba mais aqui

Tecnologia nos hospitais: eleve o atendimento do seu hospital com tecnologia de ponta

A tecnologia nos hospitais já é uma realidade não só nos centros médicos, consultórios, clínicas e hospitais, mas também nos serviços prestados fora dos hospitais, com o surgimento de centros de atendimento ambulatorial e de urgência, telemedicina e assistência domiciliar.

Não há dúvidas de que os hospitais mudaram drasticamente nas últimas duas décadas, mas sabemos que a tendência é que um crescimento ainda mais acentuado de serviços de saúde e de novas tecnologias sejam incorporadas à gestão hospitalar nos próximos anos, à medida que a população envelhece.

O lado negativo do aumento da longevidade é que os hospitais de hoje em dia estão frequentemente lotados de pessoas idosas com múltiplas doenças crônicas que não podem ser tratadas adequadamente em casa ou em qualquer lugar, apesar dos esforços.

É perceptível o esforço de muitas instituições em se adaptar a nova era digital procurando implementar tecnologia nos hospitais que ofereça um melhor atendimento, levando cada vez mais serviços a ambientes ambulatoriais, onde os pacientes podem ser tratados com mais conveniência e em menos tempo.

Integração de cuidados de saúde

Os hospitais devem acompanhar essas mudanças através da implementação de tecnologia nos hospitais e devem refletir isso através dos cuidados de saúde que serão entregues. É por isso que, com exceção dos serviços de maternidade e pediatria, os hospitais estão se tornando unidades de tratamento intensivo, tratando de pacientes com trauma e emergência e aqueles que precisam de cirurgias e outros cuidados avançados e altamente qualificados.

Infelizmente, é comum que os que estão chegando ao fim da vida passem seus últimos dias ou semanas em um hospital, prolongando o sofrimento para o paciente e para a família. Embora os cuidados paliativos e domiciliares sejam preferidos, muitas vezes não é uma opção para tratar algumas condições médicas nem um custo que muitas famílias possam dispender.

Curiosamente, o movimento de serviços clínicos fora do hospital e os investimentos em expansão ambulatorial em comunidades onde os sistemas de saúde anteriormente não tinha uma presença podem realmente levar a aumentos nas internações hospitalares.

À medida que os sistemas de saúde aumentam seu atendimento ambulatorial, eles entram em contato com uma base de pacientes inteiramente novas, alguns dos quais necessitarão de cuidados integrados que só podem ser prestados em um ambiente hospitalar. Soluções de big data e cloud computing também transformarão a saúde e levarão os hospitais para outro patamar.

Leia também sobre saúde 4.0 e entenda o que muda nessa nova era digital.

Evoluções para o paciente

A tecnologia da informação desempenha um papel importante na evolução do sistema de saúde humano. Onde quer que você olhe nos hospitais, existem vários dispositivos tecnológicos que funcionam de forma simplificada com o objetivo de apoiar a vida humana e ajudar pacientes enfermos a se recuperarem novamente.

Quando falamos em tecnologia nos hospitais vemos que a inteligência artificial e o IoT serão usados para transformar todo o conceito de atendimento ao paciente. Essas evoluções trazem automação em tempo real, padronização dos processos, melhoria na eficiência operacional e redução de custos a longo prazo.

A tecnologia  também melhorou os cuidados de saúde do ponto de vista do paciente. Algo tão básico quanto o uso de dispositivos portáteis e conectados por médicos e enfermeiros, por exemplo, tem o potencial de transformar o atendimento ao paciente.

A capacidade de agrupar resultados laboratoriais, prontuário eletrônico do paciente, registros de sinais vitais e outros dados críticos e histórico do paciente em uma plataforma centralizada aumentou o nível de cuidado e eficiência de um paciente no sistema de saúde.

Hospitais com tecnologia de ponta

Certificar-se de que os hospitais estão equipados com todos os avanços tecnológicos necessários pode custar um investimento inicial alto à princípio, mas as complicações ou problemas decorrentes de erro humano são reduzidos significativamente.

Embora nada possa substituir os profissionais de saúde reais em sua linha de trabalho, há certas tarefas que você pode automatizar para facilitar o dia a dia. Isso pode ajudar a resolver vários problemas que enfrentamos hoje, como equipe médica insuficiente,  especialmente em relação ao impacto na qualidade dos cuidados de saúde recebidos pelos pacientes.

O uso da tecnologia digital e da saúde virtual podem ajudar a indústria a gerenciar esses desafios nos ambientes hospitalares. Uma série de novas tecnologias está ajudando a levar elementos do atendimento ao paciente de médicos para máquinas e para os próprios pacientes, permitindo que as organizações de saúde reduzam os custos e a intensidade do trabalho.

A saúde virtual refere-se ao uso de tecnologia de ativação – como vídeo, aplicativos móveis, mensagens com base em texto, sensores e plataformas sociais – para fornecer serviços de saúde de maneira independente.

Comunicação wireless

As mensagens instantâneas e o uso de walkie talkies não são novidades, mas foram introduzidas recentemente nos hospitais. Elas substituem o uso de métodos tradicionais, como alto-falantes e pagers, aumentando assim a eficiência e a comunicação da equipe.

Todas as informações importantes são comunicadas na velocidade da luz, o que é fundamental para salvar vidas, economizar tempo e dinheiro.

Com a ajuda da tecnologia nos hospitais, você pode obter o seu diagnóstico a partir do conforto da sua própria casa e só chegar ao centro para necessidades urgentes, reduzindo o tempo necessário para o diagnóstico e acelerando a capacidade do pessoal médico para responder a emergências.

Telemedicina

Nas áreas rurais, onde as pessoas não têm acesso à mesma tecnologia e benefícios que existem nas cidades, a telessaúde e a telemedicina estão criando um grande impacto. Um estudo recente mostrou que as Unidades de Terapia Intensiva equipadas com recursos de Telessaúde permitiram que os pacientes melhorassem 20% mais rápido.

Essa tecnologia de telessaúde não é apenas mais eficiente, mas também é mais econômica tanto para o empregador quanto para o funcionário, já que ele não precisa sair do escritório para um centro de atendimento primário, eliminando assim a necessidade de transporte e a perda de horas de trabalho produtivas.

Conclusão

Todos nós reconhecemos que a evolução é uma parte natural do setor de saúde. Com o passar do tempo, alguns hospitais serão reduzidos, enquanto outros serão convertidos em centros ambulatoriais ou em centros especializados.

Certamente, haverá algumas instalações subutilizadas que serão forçadas a fechar. Mas, como mostra a nossa história, a maioria se ajustará a tecnologia nos hospitais em mudança de suas comunidades e continuará a missão de oferecer mais saúde aos pacientes.

Você já começou a transformação tecnológica no seu hospital? O que falta implementar? Deixe um comentário com suas considerações abaixo!

Fontes:

The Evolution of Hospitals – Northwell Health

The Top 5 Technologies Being Used in Hospitals and Clinics Today – TMC Net

Software médico: como ele pode ajudar sua clínica?

Procedimentos médicos, exames laboratoriais, tratamentos para os pacientes; todos os aspectos referentes às rotinas da medicina tiveram uma evolução muito significativa ao longo do tempo. E em relação à administração não foi diferente.

Dentre as últimas novidades que surgiram para facilitar tanto a dinâmica de clínicas e consultórios quanto a vida dos pacientes, podemos destacar os sistemas médicos.

Continue lendo o artigo e entenda as principais características desses sistemas para clínicas e como suas funções otimizam a gestão para profissionais ligados à área da saúde.

O que é um software médico?

Esse tipo de programa médico é um sistema ou aplicativo informatizado específico para clínicas, consultórios e outros locais que prestam atendimentos para cuidados de saúde.

Os softwares mais antigos foram projetados para funcionar a partir da instalação em computadores, sem o uso da internet. Hoje em dia, esses sistemas possuem funcionamento híbrido, ou seja, podem ser operados online e também offline.

Além disso, esses sistemas para clínicas médicas têm a função de sincronizar os dados coletados através da nuvem, compartilhando informações entre máquinas diferentes.

Apesar de toda tecnologia empregada nesses programas, eles devem ser bastante intuitivos. E mesmo que haja qualquer dúvida, os próprios sistemas contam com orientações para os seus usuários, tanto nas telas operacionais quanto através de suporte humano oferecido pela empresa desenvolvedora.

Funcionalidades de um software médico

Os sistemas para administração médica vão muito além dos prontuários eletrônicos e agendamento de consultas. Cada empresa fornecedora oferece um software diferente, com funcionalidades diversas, mas é importante observar algumas funções essenciais, como essas serão explicadas logo abaixo.

Agenda médica

Essa função é bastante simples, mas pode economizar um bom tempo dos atendentes, pacientes e também dos médicos.

A agenda é sincronizada e pode ser alterada por todos que tenham acesso a ela, inclusive pelo celular. Caso haja algum imprevisto, o médico pode cancelar sua agenda ou incluir horários extras.

Há também a opção de oferecer agendamento online para pacientes, que contam com a comodidade de escolher o melhor horário dentre aqueles disponíveis, sem precisar esperar atendimento por telefone.

A fila de espera é outra funcionalidade muito útil para os profissionais que possuem agenda cheia. Os pacientes que aguardam um horário podem se cadastrar e serem avisados no momento em que houver uma brecha na agenda por desistências ou outros motivos.

Prontuário eletrônico

Um prontuário administrado através de um sistema para clínicas garante a possibilidade de definir protocolos de atendimento de acordo com cada especialidade médica.

Além disso, ele pode facilitar a triagem, o compartilhamento de dados com os pacientes e acessar dados integrados com um receituário online integrado com paciente.

Gestão financeira

Gerenciar as finanças de uma clínica ou consultório médico é essencial para manter o controle de todos os recursos financeiros essenciais para o funcionamento da instituição.

Alguns dados de controle financeiro que um bom sistema médico deve oferecer são:

  • Contas a pagar e a receber
  • Cálculo automático para repasses médicos
  • Emissão de notas fiscais
  • Balancete contábil
  • Faturamento TISS
  • Controle de estoque

Marketing e relacionamento com os pacientes

Manter uma relação com pacientes pode ser uma tarefa muito trabalhosa quando não há uma automação para facilitar todos os processos.

Um sistema para clínicas deve contar com funcionalidades como, por exemplo, envio de pesquisas de satisfação, mala direta para marketing de conteúdo e relacionamento, lembretes de aniversário, dentre outras.

Também é preciso ressaltar a importância da opção de lembrete de consulta. Como é bastaste comum a situação em que o paciente esquece que tem um horário marcado, um aviso automático por mensagem de texto lembrando a data e a hora do atendimento evita em 30% casos de não comparecimento.

Como adquirir um bom software médico

Além de todas as funcionalidades que fazem a diferença na dinâmica administrativa de uma clínica, um bom aplicativo médico deve garantir outro ponto essencial em qualquer tipo de atendimento de saúde: o total sigilo e segurança das informações.

Por isso, é fundamental observar antes de adquirir um software se ele possui alguns requisitos, como esses que serão descritos a seguir.

Padrão internacional de segurança

A tecnologia de criptografia de ponta a ponta, a mesma utilizada em grandes instituições financeiras, deve seguir os padrões internacionais de segurança – HIPAA – ou a lei de responsabilidade de provedores de saúde.

A certificação de segurança SSL no site também é uma característica importante e que deve ser sempre considerada.

Restrições de acesso

O sistema deve ser seguro e não deve permitir nenhum meio de acesso de pessoas não autorizadas. Além disso, é muito importante que o software permita a configuração de diferentes tipos de acesso dos usuários, além de restrição de acesso aos prontuários por usuários que não são profissionais da saúde.

Registro de atualização e acessos

Outra função importante é o registro de todas as alterações e inclusões de informações que são feitas dentro da plataforma.

Se o sistema registra qual usuário fez cada modificação, isso certamente ajudará a manter o aplicativo mais seguro e controlável.

Backups automáticos

Essa característica é fundamental para garantir que nenhum dado será perdido, mesmo em caso de falta de energia ou falha de computadores.

Servidor altamente seguro

Ter a melhor tecnologia de segurança garante que o sigilo médico-paciente seja sempre respeitado, assim como mantém os dados financeiros da clínica protegidos de possíveis ameaças.

A implementação de segurança na nuvem através de infraestruturas robustas como da Amazon Web Services (AWS), que é utilizado por grandes corporações, é um aspecto que deve ser levado em consideração.

Uma ótima opção que oferece um software médico de alta qualidade, que conta com essa tecnologia de segurança – a mesma adotada pelos Bancos – é o sistema da Shosp.

Para tornar a modernização dos ambientes da área da saúde completa, é preciso investir em um software para clínicas altamente eficaz e que ofereça um atendimento mais satisfatório para todos.

Confira todos os detalhes sobre as funcionalidades do software médico da Shosp, entenda melhor como esse sistema pode transformar toda a dinâmica da sua clínica e faça um teste grátis para conhecer melhor os benefícios.

Guestpost produzido por Rodolfo Canedo, CEO da Shosp.

Gestão hospitalar: importância e papel na área da saúde

A gestão hospitalar deve ser corretamente alocada nos hospitais para gerar otimização nos processos. Gerentes e administradores hospitalares são os principais agentes para o sucesso de qualquer instituição de saúde. 

Independentemente da hora do dia, os médicos e a equipe do hospital precisam estar preparados para qualquer coisa – desde o tratamento de doenças potencialmente fatais, resfriado comum até o auxílio em situações de emergência de risco de morte.

Todos os departamentos, equipe e equipamentos precisam estar sintonizados, integrados, em pleno funcionamento para que tudo saia dentro do planejado e o hospital possa cumprir o seu papel de salvar vidas.

Mudanças na gestão hospitalar

Há alguns anos, os gerentes de hospitais orientados para negócios concentraram-se principalmente na aquisição de tecnologia de ponta e na contratação de consultores médicos qualificados, com concentração limitada no modelo de prestação de serviços de atendimento ao paciente e no desenvolvimento de processos exclusivos de atendimento. 

O atendimento e a qualidade do paciente dependia inteiramente dos consultores médicos, pois os gerentes do hospital não tinham um conhecimento sólido sobre o sistema de saúde.

Com uma rápida transformação no sistema de saúde e uma necessidade crescente de cuidados de saúde de qualidade, os gestores de hospital estão agora combinando a experiência empresarial com uma compreensão do sistema de saúde para aumentar a eficácia da prestação de cuidados de saúde, com o objetivo de trazer mais satisfação ao paciente. Assim, a gestão hospitalar evoluiu ao longo dos anos e começou a apresentar uma contribuição importante para a sociedade e os pacientes.

A maioria dos hospitais com tecnologia de ponta enfrenta desafios financeiros devido ao crescente custo da prestação de serviços de saúde. Há um aumento contínuo nas despesas de um hospital com relação ao custo de novos equipamentos médicos, materiais, manutenção, custo de aquisição, salário do quadro de funcionários, etc.

Com a competição acirrada estimulada pelo aumento da quantidade das instituições de saúde, os hospitais estão adotando novos modelos de serviços de atendimento ao paciente. 

Algumas das inovações mais importantes não são tecnológicas – elas estão estruturadas na maneira como organizamos a prestação de serviços. Os gerentes de hospitais desempenham um papel crucial na simplificação de vários processos e na viabilização de um serviço de saúde financeiramente viável.

Papel da gestão hospitalar

Hospitais são sistemas multifacetados, onde existem centenas de operações acontecendo ao mesmo tempo, portanto cada detalhe é essencial para garantir a eficiência em cada etapa em todos os processos envolvidos em todos os departamentos. 

Para lidar com questões de negócios, como desenvolvimento de políticas e conformidade, os hospitais precisam de um gerenciamento de alto nível para ajudá-los a operar com eficiência. 

Confira também nosso artigo sobre rastreabilidade e localização de ativos.

É por isso que a gestão hospitalar é tão importante, não só para os pacientes, mas também para os profissionais médicos e para o sistema de saúde como um todo. Confira os principais papéis da gestão hospitalar.

Políticas e boas práticas

O papel da gestão hospitalar é estabelecer e enquadrar políticas, comunicando-as a toda equipe e ajudando-a a implementá-la no hospital.

Coordenação das operações

Também tem a função de melhorar as operações do dia a dia, como gerenciamento de recursos humanos, alocação de orçamentos e outros recursos financeiros, gerenciamento de materiais e participação ativa na seleção de fornecedores e implementação do sistema de TI.

Coordenação de funcionários

Coordenar bem todos os interessados e envolvidos (médicos, enfermeiros, paramédicos, administradores, técnicos, farmacêuticos, equipe de TI, equipe de limpeza e outros profissionais) e atender às suas necessidades específicas com foco geral no atendimento ao paciente é pré-requisito para qualquer gestão hospitalar. 

Os funcionários são os maiores ativos em qualquer instituição e, portanto, motivá-los e incentivá-los também ajuda a melhorar a eficiência da empresa.

Revisão tarifária

Outro ponto é projetar a estrutura e pacotes tarifários apropriados para vários serviços em consenso com os encarregados e realizar a revisão da tarifa conforme for necessário.

Avaliação de melhorias

Importante também compreender e identificar áreas de melhoria no fluxo de pacientes, qualidade de atendimento e vários processos, todos inclinados a um modelo centrado no paciente.

Normas hospitalares

A gestão hospitalar também visa atender às normas hospitalares e aos padrões de qualidade exigidos para o credenciamento da NABH e da JCI.

Marketing estratégico

O marketing também deve agregar valor à gestão hospitalar. Isso pode ser feito através da divulgação dos serviços, fazendo com que a instituição consiga alcançar mais pessoas e estabelecer uma aproximação entre aqueles que buscam prestadores de serviços de saúde e aqueles que prestam serviços de saúde. 

Planejamento de projetos

Uma outra função importante é administrar o planejamento de outros projetos do hospital como, por exemplo, uma expansão do hospital ou até mesmo a aquisição de novas tecnologias e equipamentos, além de realizar o planejamento financeiro. 

Conclusão

Nesse sentido, os gerentes devem garantir que todas as operações em todo o hospital estejam funcionando corretamente, desde horários de cirurgias, fluxo de pacientes, atualizações de registros e confidencialidade, gerenciamento de resíduos, manutenção e configuração de equipamentos, dentre outros.

A gestão hospitalar desempenha um papel crucial na implementação de metodologias inovadoras, impactando assim a experiência do paciente de forma positiva e garantindo uma instituição de saúde bem sucedida e rentável.

Leia também nossos conteúdos sobre:

Fontes:
Importance of Hospital Management – Technecon Healthcare
Hospital Management – Helthcare Business & Technology

Monitoramento do material hospitalar

O material hospitalar deve ser eficiente para fornecer um atendimento de qualidade e reduzir custos. 

Novos equipamentos surgem a todo momento para garantir que os processos saiam dentro do programado, por isso é importante estar atento a esses avanços para oferecer o que há de melhor e mais tecnológico no setor para sua instituição. 

Leia o artigo até o final para saber mais sobre as preocupações com material hospitalar do setor de saúde e como o monitoramento de cada equipamento é importante para manter sua eficiência. 

Importância do material hospitalar

O setor de saúde, seja em laboratórios, clínicas ou hospitais, usa uma grande variedade de equipamentos, dispositivos e medicamentos especializados para atender da melhor forma os pacientes. 

Se você não monitora o seu material hospitalar e equipamento, isso pode fazer com que sua equipe perca muito tempo tentando encontrá-lo. Isso pode colocar em risco a vida do seu paciente pelo simples fato do equipamento médico não ter sido rastreado em um momento de necessidade. 

Quando os hospitais devem lidar continuamente com as crescentes demandas dos pacientes, a falta de funcionários na equipe, os custos crescentes, o gerenciamento eficaz de equipamentos torna-se vital.

Sabe-se que o material hospitalar e equipamentos têm um custo alto, além de não ser facilmente nem rapidamente substituído, por isso também que é importante rastrear e gerenciar melhor todos os ativos e equipamentos do hospital, para não ter prejuízos.

A eficiência do equipamento não apenas fornece cuidados ao paciente de alta qualidade, mas também economiza custos. Resumindo, os hospitais precisam prestar serviços de alta qualidade utilizando menos recursos a um custo reduzido. 

É importante que, ao reduzir o custo, a qualidade do atendimento não seja comprometida. Hospitais e sistemas de saúde de diferentes dimensões podem se beneficiar repensando fatores como distribuição, aquisição de ativos, material hospitalar e gerenciamento de equipamentos médicos. 

Todos esses itens podem melhorar a capacidade geral, qualidade de atendimento, fluxo de trabalho e produtividade, mantendo a eficiência dos seus equipamentos.

Principais preocupações no gerenciamento de material hospitalar

Existem uma série de preocupações que são importantes levar em consideração para gerenciar de forma adequada os materiais hospitalares do hospital. Confira as principais!

Aumento do número de equipamentos médicos

À medida que a tecnologia avança, ela se torna mais integrada no atendimento ao paciente. Esta é a razão pela qual você percebe o aumento de ativos médicos nos hospitais. No ano de 1995, havia 8 dispositivos à beira do leito, enquanto no ano de 2010, havia 14. Esse aumento nos recursos médicos vem com requisitos adicionais de notificação e manutenção de atendimento de qualidade. 

Além disso, os cuidadores não têm mais tempo para procurar por equipamentos e precisam que os recursos estejam prontamente disponíveis. Quando eles não estão prontamente disponíveis, é necessário comprar um novo equipamento e isso gera um gasto desnecessário. Junto com isso, o comprometimento com um ativo se expande para manutenção, treinamento do usuário e serviço – todos os quais têm impacto no orçamento de um hospital.

Entre os equipamentos médicos, os ativos móveis denotam dezenas de milhões em investimentos totais. A GE Healthcare afirma que os hospitais possuem 35.000 SKUs de estoque e a taxa de utilização é entre 32% e 38%. Isso significa que os hospitais gastam bilhões de dólares a cada ano, principalmente em ativos móveis que não são utilizados adequadamente. Ou seja, baixa taxa de utilização significa uma queda na receita.

Para solucionar isso, os gerentes de hospitais precisam otimizar o fluxo de trabalho antes de tentar ajustar o número de ativos e isso pode ser resolvido usando o software de rastreamento de equipamentos.

Incidentes hospitalares e atendimento de qualidade

O hospital deve ser capaz de fornecer atendimento de qualidade a seus pacientes. Os pacientes têm o direito de receber um tratamento livre de infecções e hemorragias pós-operatórias, embolias pulmonares, insuficiência respiratória, dentre outros problemas. 

A eficiência do equipamento alcançada com um sistema de gerenciamento de equipamentos online pode trazer excelentes resultados. 

Um exemplo é a prevenção da doença da “vaca louca” na Inglaterra. Quando os instrumentos cirúrgicos foram devidamente rastreados e esterilizados usando um esterilizador corretamente conservado, isso ajudou os especialistas médicos a evitar o uso de instrumentos infectados em outros pacientes. 

Isso significa que gerenciar de forma adequada um equipamento pode em alguns casos, inclusive, evitar a propagação de uma doença.

Em segundo lugar, ter a quantidade correta de equipamentos médicos e suprimentos, quando necessário, ajuda a evitar que os pacientes sejam privados de qualquer serviço de saúde. 

Você precisa manter dados precisos e oportunos sobre equipamentos ou suprimentos quando eles estiverem baixos e precisarem ser reordenados. Um software de inventário médico pode ajudá-lo a fazer isso e melhorar o desempenho geral dos funcionários.

Melhorando o fluxo de trabalho global

Qualquer atraso nos deveres ou ações do sistema de saúde pode causar sérias consequências.

Por exemplo, se você levar muito tempo procurando o equipamento necessário ou se o equipamento capaz de salvar vidas não estiver funcionando corretamente, o paciente pode apresentar uma piora do quadro ou até mesmo vir a óbito.

A força de trabalho pode estabelecer práticas rígidas de gerenciamento de tempo, usando um software de gerenciamento de ativos que desperdiça menos tempo ao todo.

Os equipamentos e dispositivos médicos devem ser mantidos regularmente para garantir o funcionamento adequado, de modo que estejam aptos para serem utilizados, dentro do prazo, por profissionais da área médica.

O sistema deve ser capaz de atualizar constantemente e salvar informações importantes sobre o material hospitalar, por exemplo, quando ele foi inspecionado pela última vez, substituído ou consertado. Um software eficiente documenta o histórico de manutenção que pode ser acessado quando um paciente precisa e evita falhas súbitas do equipamento.

Por exemplo, quando em bom estado, um microscópio pode durar até 15 anos, caso contrário, a vida útil cai para 8. Os esterilizadores podem durar 6 anos quando bem conservados, enquanto balanças e refrigeradores duram cerca de 8 anos.

A realização de manutenção preventiva é indicada para prolongar a vida útil dos equipamentos. A manutenção preventiva pode dobrar a vida útil do seu material hospitalar e minimizar problemas.

Melhorando a produtividade

A maioria das empresas de assistência médica não faz qualquer integração entre a aquisição de equipamentos médicos, necessidades hospitalares ou padrões de uso. Os hospitais geralmente tendem a ter cerca de 25% mais dispositivos móveis do que os usados ​​em qualquer outro lugar. 

Como resultado, o primeiro impacto na produtividade deriva do próprio equipamento quando este é subutilizado.

Nos hospitais, é muito comum encontrar ativos abandonados, que não foram utilizados uma única vez em 30 dias. Isso na verdade significa que o equipamento está sendo acumulado em áreas de baixa demanda, ao invés de ser mantido no lugar certo e nas condições corretas e adequadas.

Isso gera uma queda na produtividade, uma vez a equipe perde em média 20 minutos em busca do equipamento. Você pode melhorar a produtividade em ambos os campos usando o software de rastreamento de material hospitalar. 

Quando o equipamento está limpo, acessível e em boas condições de funcionamento, a equipe do hospital não apenas se torna mais produtiva, mas as condições também se tornam mais seguras para os pacientes. 

Ao se preocupar com essas questões, você aumenta o desempenho geral do setor de saúde, melhorando a eficiência do equipamento e valoriza os cuidados com a saúde.

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Fonte: 

The Importance of Equipment Efficiency for the Healthcare Sector – Electronic health Reporter

Saúde 4.0: conectividade e inovação no setor

A saúde 4.0 está se tornando cada vez mais palpável e vem para trazer evoluções importantes não só no setor da saúde, mas em todas as indústrias. 

A revolução da Indústria 4.0 já está redefinindo a forma como fabricamos as “coisas” hoje. Através dessas mudanças, ela vem trazendo soluções que possibilitam que as empresas alcancem uma inovação mais rápida e aumentem a eficiência em toda a cadeia de valor. 

Mas, no universo da fabricação de dispositivos médicos, que é carregado de normas regulatórias, muitos dos processos ainda são baseados em papel. Onde a saúde 4.0 se encaixa nessa história? Como isso ajudará os fabricantes a atender a demanda de dispositivos médicos cada vez mais sofisticados, de alta qualidade e rigorosamente regulamentados?

Na nova era, os dispositivos estão se vinculando cada vez mais com a Internet das Coisas, utilizando chipsets, recursos de processamento e sensores altamente sofisticados. São móveis e conectam soluções em novas áreas, como dispositivos específicos de pacientes e testes de diagnóstico eletrônico.

Futuro da fabricação de dispositivos médicos

A saúde 4.0 abrange várias tecnologias de automação, troca de dados e fabricação que estão mudando a forma de produzir produtos e expandindo as fronteiras de novas oportunidades de fabricação inovadoras. 

Ele é modelado em uma organização de cadeia de valor que mescla o mundo real e virtual usando a Internet das coisas (IoT) e a Internet de serviços (IoS). Ele fornece às fábricas, inteligência em tempo real, permitindo que produzam com eficiência os produtos com maior qualidade e totalmente personalizados. 

Cinco anos atrás, o mercado de conectividade de dispositivos médicos era em grande parte insignificante, mas agora é esperado que cresça 38% nos próximos cinco anos, adotando as capacidades da IoT na saúde 4.0.

A IoT reúne objetos físicos com software, sensores e conectividade de rede, o que significa que eles podem coletar e trocar dados entre si. 

As máquinas inteligentes são capazes de capturar com precisão os dados em tempo real e se comunicar com os produtos que estão sendo produzidos para tomar as melhores decisões durante a produção. 

Isso não apenas aumenta a produtividade, mas também identifica qualquer ineficiência, aumenta a consistência da qualidade e reduz o desperdício, quando falamos em melhor utilização de máquinas e redução de lixo.

Além de tornar os processos de fabricação existentes mais eficientes, a saúde 4.0 irá oferecer novas oportunidades, como aumento da competitividade; aceleração da inovação; desenvolvimento de novos produtos para o mercado de forma rápida; adicionando capacidade para personalizar facilmente pedidos individuais e permitindo uma resposta eficiente às demandas dos clientes.

Desafios e inovações

Os fabricantes de dispositivos médicos estão enfrentando desafios cada vez maiores na saúde 4.0 em termos de preço, velocidade de comercialização, aumento da complexidade do produto (fabricação) e conformidade regulatória mais rigorosa.

Os hospitais também estão mudando a maneira pela qual compram equipamentos, trabalhando para otimizar seus custos. Isso tudo, somado à complexidade do produto pode levar a maiores riscos ameaçando a qualidade e exigindo mais investimentos em tecnologia de ponta, além de análise mais profunda dos dados de produção para melhorar os processos.

Os equipamentos médicos certamente se tornarão sistemas físicos integrados a um conjunto de sistemas, em que o valor da informação dos sensores dentro dos dispositivos será maior do que o valor dos próprios aparelhos.

As informações dos pacientes obtidas a partir de sensores de dispositivos ou automonitoramento podem reduzir os custos gerais do modelo de atendimento com um foco maior na prevenção de doenças e na detecção precoce. 

Saúde 4.0 e doenças crônicas

A Internet das Coisas Médicas (IoMT) reúne tecnologia, dispositivos médicos e aplicativos que oferecem dispositivos personalizados e programas de atendimento específicos ao paciente.

Os dispositivos móveis que podem rastrear doenças crônicas e outras doenças associadas ao estilo de vida, como a diabetes, são uma área de mercado em rápido crescimento e uma que responde à conectividade fornecida pela IoT. 

Os exemplos de dispositivos na saúde 4.0 incluem lentes de contato que podem detectar níveis de glicose e dispositivos para monitorar a ingestão calórica. 

Uma nova área da medicina bioeletrônica também está surgindo, com a criação de dispositivos em miniatura que são implantados no corpo e podem ajudar a tratar doenças como artrite, diabetes e asma, enviando os sinais elétricos diretamente nas vias nervosas.

Outras áreas de inovação incluem cirurgia assistida por robô; novos inaladores inteligentes que rastreiam o uso e alertam sobre ataques de asma e selos biométricos que funcionam como uma alternativa de ‘laboratório em um chip’ (LOC) para reagentes e produtos químicos. 

Um LOC é um sistema de laboratório automatizado que pode ser usado dentro e fora de um hospital para medição de pacientes, como gases sanguíneos, glicose e colesterol. Essa tecnologia permite diagnósticos rápidos com apenas pequenas quantidades de amostras e materiais necessários. 

Como será a produção?

Os objetos físicos que passam pelos processos de produção irão incorporar o seu próprio software para interagir com máquinas mais inteligentes. A troca inteligente de informações dentro de um ambiente totalmente em rede permitirá que a produção seja autogerenciável.

Isso muda o chão da fábrica de um modelo de controle centralizado para um modelo descentralizado que requer pouca ou nenhuma intervenção do operador. 

A integração vertical das operações do chão de fábrica, no entanto, não deve ser esquecida, pois isso é vital para a conformidade com a aplicação da qualidade do produto em cada estágio de produção. 

Ele também é necessário para acomodar outros processos de negócios, como logística, engenharia, vendas ou operações – todos com componentes dentro da fábrica, além de outros que residem além da fábrica e que são cruciais para que um processo de negócios seja executado com eficácia. 

O smart shop floor usará a IoT como um caminho de comunicação suportado por tecnologias como a computação em nuvem, que pode fornecer capacidade e armazenamento “a qualquer hora, em qualquer lugar” para as enormes quantidades de dados gerados. 

O MES (Manufacturing Execution System) precisa ser capaz de se expandir para acomodar a diversidade e o volume desse “big data”. O MES precisa agregá-lo e colocá-lo em contexto para transformá-lo em informações valiosas que podem ser usadas para melhorar os processos, identificar quaisquer discrepâncias e resolver problemas de qualidade antes que eles cheguem ao cliente. 

A análise em tempo real usando técnicas avançadas, como processos in-memory e eventos complexos, também pode ser usada para aumentar ainda mais a eficiência no futuro.

Fontes:

Industry 4.0: Manufacturing and the future of medical things – Asian Hospital & Healthcare Management