Por que a vacinação é importante?

A vacinação é uma forma simples, segura e eficaz de proteger as pessoas contra doenças nocivas, antes de entrarem em contato com elas. A vacina usa as defesas naturais do seu corpo para construir resistência a infecções específicas e torna o seu sistema imunológico mais forte.

As vacinas treinam seu sistema imunológico para criar anticorpos, assim como faz quando é exposto a uma doença. No entanto, como as vacinas contêm apenas formas mortas ou enfraquecidas de vírus ou bactérias, elas não causam a doença nem colocam você em risco de complicações.

A maioria das vacinas é administrada por injeção, mas algumas são administradas por via oral (pela boca) ou pulverizadas no nariz.

Por que a vacinação é importante? 

A vacinação é uma forma segura e eficaz de prevenir doenças e salvar vidas – agora mais do que nunca. Hoje existem vacinas disponíveis para proteger contra pelo menos 20 doenças, como difteria, tétano, coqueluche, influenza e sarampo. Juntas, essas vacinas salvam a vida de até 3 milhões de pessoas todos os anos.

Quando somos vacinados, não estamos apenas protegendo a nós mesmos, mas também aqueles ao nosso redor. Algumas pessoas, como aquelas gravemente doentes, são aconselhadas a não tomar certas vacinas – portanto, dependem de nós para se vacinar e ajudar a reduzir a propagação da doença.

Durante a pandemia do COVID-19, a vacinação continua a ser extremamente importante. A pandemia causou um declínio no número de crianças que recebem imunizações de rotina, o que pode levar a um aumento de doenças e morte por doenças que podem ser evitadas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estimulou os países a garantir que a imunização essencial e os serviços de saúde continuem, apesar dos desafios causados pela COVID-19. 

Conheça o I-Vigilant para monitoramento de temperatura de vacinas.

 

Fonte: Organização Mundial da Saúde

https://bit.ly/2XPy1aR

Deixe seu e-mail e receba conteúdos exclusivos

Temperatura da Geladeira de Vacina: Informações e Manual da Rede de Frio

Logo as vacinas de combate ao coronavírus começarão a ser aplicadas no Brasil, sendo que já começaram em alguns países e certamente esse é motivo para comemorar. Porém, existem algumas questões como a temperatura da geladeira de vacina e outros cuidados que devem ser considerados pelos agentes de saúde.

A compra, distribuição e venda dos imunobiológicos termolábeis (sensíveis ao calor e frio) não é algo simples. O processo de imunização não acontece da noite para o dia e um dos maiores desafios da logística é que algumas vacinas precisam ser mantidas em temperaturas muito baixas, diferente do que oferecem as geladeiras e freezers domésticos.

Por exemplo, a vacina da Pfizer precisa ser congelada a temperaturas baixíssimas entre – 80 ºC e – 70 ºC  e não pode ser descongelada muitas vezes. O ideal, na verdade, é que seja descongelada uma única vez para aplicação da dose no paciente, o que dificulta seu transporte e distribuição em massa.

Para se ter uma ideia, essa temperatura é cerca de 20 vezes mais fria do que a temperatura das câmaras de vacina padrão em hospitais e farmácias ao redor do mundo.

Por isso que, ter um controle da temperatura da geladeira de vacina é essencial para garantir que a população seja corretamente imunizada, para estabilizar a pandemia ou ainda suprimi-la e garantir a conservação de vacinas.

Qual a temperatura das vacinas em geral?

temperatura da geladeira de vacina

Existem algumas vacinas que não fazem parte do plano nacional de imunização– PNI e estão disponíveis nas farmácias, sendo comum armazená-las na geladeira comum em casa para administrá-la quando necessário. Embora não seja recomendado o uso de geladeiras domésticas.

Porém, quando estamos falando de vacinas, elas devem ser cuidadosamente transportadas e armazenadas, mantidas idealmente numa temperatura entre +2 e +8 °C e protegidas da luz, desde a produção até à administração.

Nesse artigo sobre organização da geladeira de vacina falamos um pouco mais sobre temperatura de vacinas e como elas devem ser conservadas.

Se uma vacina for manipulada incorretamente ou conservada em uma temperatura inadequada e inferior à estipulada pelos órgãos competentes, então pode ser que ela perca potência e eficácia. Para evitar esses riscos, o ideal é que as vacinas sejam guardadas em câmaras de conservação de vacinas na temperatura ideal até o momento da sua administração.

Posso usar mala térmica?

Se o tempo entre a compra e administração for superior a uma hora, elas devem ser mantidas em um contentor (de poliestireno expandido, EPS, mais conhecido como isopor ou outro material isolante) com acumulador de frio, previamente congelado pelo menos durante 24 horas. É importante evitar o contato direto da vacina com o acumulador gelado para que a vacina não congele.

Se as vacinas forem levadas para casa, devem ser colocadas imediatamente em um freezer, em uma prateleira central, sem contato com as paredes laterais. Não devem ser colocadas na porta de maneira alguma. O freezer deve ser aberto o menos possível de modo a manter a temperatura entre +2 e +8°C e devem permanecer lá por pouco tempo.

De qualquer forma, cada vacina tem um prazo de validade que varia com a temperatura do local de armazenamento, o produto e o fabricante. No caso de não terem sido cumpridas as normas acima referidas, o farmacêutico ou o médico assistente devem ser consultados antes de descartar ou administrar a vacina. 

Existem outros tipos e freezers e geladeiras portáteis que possuem motores alimentados por baterias de veículos e/ou rede elétrica, estes são mais seguros e garantem o correto armazenamento no transporte.

 Durante o transporte, a temperatura dos imunibiológicos termolábeis devem ser monitorados de forma contínua.

Manual da Rede de Frio: normas de armazenamento, transporte e aplicação

Estas normas foram propostas e aprovadas pela Secretaria de Estado da Saúde do Estado de São Paulo. Embora o novo manual da rede de Frio 2017 (quinta edição) não recomende o uso de geladeiras convencionais a prática ainda é muito utilizada em regiões mais remotas do Brasil.

A conservação das vacinas é feita através de um sistema denominado rede de frio que inclui o armazenamento, o transporte, a manipulação das vacinas e as condições de refrigeração, desde o laboratório produtor até o momento em que a vacina é aplicada. Assim, as recomendações abaixo devem ser seguidas à risca, confira as principais:

1) O refrigerador deve estar posicionado em lugar bem nivelado, não exposto aos raios solares e longe de qualquer fonte de calor (estufa ou autoclave). 

2) O refrigerador deve ser instalado a uns 30 cm de distância da parede para que haja uma boa circulação do ar quente do motor.

3) A tomada, ou conexão com a fonte de energia elétrica, deve ser exclusiva para a câmara de conservação de vacinas, para o refrigerador e para o freezer, evitando-se assim sobrecarga na rede elétrica e desconexão acidental da tomada.

4) Não são recomendadas as geladeiras do tipo “Duplex” ou “frigobar”, isto é, as que possuem dois compartimentos separados.

5) O refrigerador deve ser usado única e exclusivamente para as vacinas. Não se pode de maneira alguma permitir que nele sejam guardados alimentos, bebidas ou material coletados para exames.

6) Manter sempre a porta do refrigerador fechada.

7) As vacinas devem ser colocadas nas prateleiras centrais e nunca na parte inferior do refrigerador. Também não podem ser colocadas na porta.

8) Os frascos e ampolas de vacinas, de preferência, devem ser colocados em bandejas perfuradas, sobre as prateleiras, a fim de haver uma boa circulação de ar frio. 

9) As vacinas, dentro do refrigerador não podem ser armazenadas em caixas térmicas ou em sacos plásticos, a não ser que estes estejam perfurados e abertos.

 10) As vacinas, na sua embalagem original, devem ser organizadas de forma a manter uma distância entre elas de aproximadamente dois dedos e também devem ser dispostas a uma certa distância da parede dos refrigerados, para que haja circulação do ar frio.

 11) As vacinas com vencimento mais próximo devem ser colocadas na frente para que sejam utilizadas primeiro.

 12) A gaveta inferior deve ser retirada, e em seu lugar, colocar garrafas com água, sal e corantes, que contribuem para estabilizar a temperatura. As garrafas devem estas dispostas com um pequeno espaço entre elas para que haja circulação de ar frio.

 13) No congelador deve-se colocar gelo reciclável que também ajuda a manter a temperatura. Quando houver um aumento da temperatura deve-se colocar gelo reciclável na porta do refrigerador e quando houver queda da temperatura retirar as garrafas de água e os gelos do congelador e da porta.

14) O termômetro de máxima e de mínima deve ser colocado em pé na prateleira central e a temperatura deve ser verificada duas vezes ao dia (início e fim do expediente) e registrada no mapa de controle de temperatura (lembrar que a temperatura ideal para conservação das vacinas no geral são de +2 a +8°C.

15) Rotineiramente deve-se proceder a limpeza das câmaras de vacina, do refrigerador e do freezer.

16) Para proceder a limpeza do refrigerador, retirar toda vacina e colocá-la em uma caixa de isopor a temperatura de +2 a +8°C. Após a limpeza, ligar novamente o refrigerador e manter a porta fechada por mais ou menos 3 horas a fim de estabilizar a temperatura. Quando a mesma estiver entre +2 a +8°C deve-se recolocar as vacinas.

17) Durante os cortes de energia elétrica, o sistema de conservar pacotes de gelo no congelador e garrafas com água e sal na porta e na parte inferior do refrigerador, permitem manter a temperatura interna em torno de +4°C durante 6 horas quando a temperatura ambiente estiver entre 25°C e 28°C; e por 12 horas quando a temperatura ambiente estiver entre 5 e 12°C, desde que se mantenha a porta do aparelho sempre fechada.

Restabelecendo o funcionamento do aparelho, a porta deve permanecer fechada, pelo menos durante uma hora, com o fim de normalizar a temperatura interna, requerida para a conservação das vacinas.

18) No caso de falta de energia elétrica, tomar as providências necessárias o mais rápido possível, para sua normalização. Nestas ocasiões as seguintes medidas devem ser tomadas:

  • verificar se no interior do aparelho há garrafas com água e sal e sacos plásticos contendo gelo;
  •     verificar a temperatura logo que perceber a falha de refrigeração;
  •     procurar saber o tempo que o aparelho ficou sem funcionar;
  •     constatando-se alterações de temperatura, deve-se comunicar os Departamentos Regionais de Saúde – DRS, por telefone e através de comunicação padronizada.

regiões biocam

Para consultar o Manual Completo da Rede de Frio, clique aqui.

Como a Biocam pode ajudar no programa de imunização?

Há mais de 10 anos contamos com uma plataforma de telemetria de temperatura aplicada em câmaras de conservação de vacinas e armazenamento de tecido humano. Saiba mais aqui.

Além disso, oferecemos solução completa para câmara de vacinas, desde a venda, locação, até manutenção e software de monitoramento de parâmetros e gestão da qualidade.

Contamos com um serviço de consultoria em implantação do sistema de qualidade para a rede de frio de acordo com as diretrizes do manual da rede de frio do Ministério da Saúde.

Realizamos manutenção geral do equipamento, com calibração, validação e ajustes necessários com troca de peças inclusas com validade de 12 meses.

Em caso de dúvida, entre em contato e veja como podemos ajudar.

Deixe seu e-mail e receba conteúdos exclusivos

Como oferecer qualidade hospitalar aos pacientes?

Melhorar a qualidade hospitalar tornou-se uma prioridade para todos os prestadores de cuidados de saúde com o objetivo geral de atingir um alto grau de satisfação do paciente. Maior conscientização do público, aumento da demanda por melhores cuidados, competição mais acirrada, mais regulamentação de saúde, o aumento de litígios por negligência médica e preocupação com resultados ruins são fatores que contribuem para essa mudança.

A qualidade hospitalar é determinada essencialmente pela qualidade da infraestrutura, qualidade do treinamento, competência da equipe e eficiência dos sistemas operacionais. O requisito fundamental é a adoção de um sistema “orientado para o paciente”. 

Os problemas existentes na área de saúde estão relacionados a fatores médicos e não médicos. Por isso, um sistema abrangente que melhore ambos os aspectos deve ser implementado. Os sistemas de saúde nos países em desenvolvimento enfrentam um desafio ainda maior, uma vez que a qualidade e a recuperação dos custos devem ser equilibradas com oportunidades iguais no atendimento ao paciente.

Aspectos não médicos a considerar 

O fato do paciente ser a pessoa mais importante em um sistema de assistência médica deve ser reconhecido por todos aqueles que trabalham no sistema. Esse único fator faz uma diferença significativa no atendimento ao paciente em qualquer hospital. 

Em países em desenvolvimento, as restrições financeiras geralmente levam ao comprometimento da qualidade do atendimento. Isso pode ser corrigido pela introdução de sistemas de gestão da qualidade que enfatizam a recuperação de custos. 

Sabemos que, um sistema deve primeiro ser desenvolvido para atrair pacientes que podem pagar por serviços de alta qualidade e tal sistema deve então ser estendido para pacientes não pagantes. Este sistema tem como vantagens um atendimento de alta qualidade e boa recuperação de custos. Alguns dos problemas que precisam ser resolvidos para melhorar o atendimento ao paciente estão listados abaixo:

Acessibilidade. A acessibilidade e disponibilidade do hospital e do médico devem ser garantidas a todos aqueles que necessitam de cuidados de saúde.

Tempo de espera. O tempo de espera para todos os serviços devem ser minimizados. Na maioria dos países em desenvolvimento, a alta demanda por serviços muitas vezes torna isso um grande problema. No entanto, ele deve ser tratado de forma eficaz por meio da revisão contínua das respostas do paciente e de outros dados e usando esse feedback para fazer as mudanças necessárias nos sistemas.

Informação. As informações e instruções do paciente sobre todos os procedimentos, tanto médicos quanto administrativos, devem ser bem claras. Conselheiros de pacientes bem treinados formam um elo eficaz entre o paciente e a equipe do hospital e tornam a experiência do paciente melhor e a tarefa dos médicos muito mais fácil.

Administração. Os procedimentos de check-in e check-out devem ser “amigáveis ​​ao paciente”. Por exemplo, para pacientes internados, uma boa ideia é implementar um sistema de alta dos pacientes em seus quartos, eliminando a necessidade do paciente ou sua família ir a outro consultório ou balcão do hospital e esperar por um longo tempo. 

Comunicação. A comunicação com o paciente e a família sobre possíveis atrasos é um fator que pode evitar muita frustração e ansiedade. A criação de um ‘Departamento de Assistência ao Paciente’ especial com um Administrador em tempo integral pode ajudar a instituição significativamente e melhorar as interações com os pacientes e suas famílias.

Serviços auxiliares. Outros serviços, como comunicação, alimentação, etc., devem ser acessíveis tanto aos pacientes quanto aos familiares.

Aspectos Médicos a Considerar 

Os aspectos médicos quando falamos na qualidade hospitalar aos pacientes são muito mais bem compreendidos pela maioria dos profissionais de saúde. Isso depende da qualidade da perícia médica e técnica e dos equipamentos e sistemas de garantia de qualidade na prática. Os seguintes fatores contribuem para a melhoria do atendimento ao paciente.

Equipe treinada. Uma equipe bem treinada é fundamental para fornecer cuidados de alta qualidade com resultados desejáveis. A falta de pessoal adequado e de instalações de treinamento adequadas para o pessoal disponível são os principais problemas. Deve-se resistir à tentação de recrutar pessoas não treinadas ou mal treinadas. O número de programas de treinamento deve ser aumentado e os programas existentes devem ser aprimorados. Disponibilizar um currículo básico uniforme para todas as instituições / programas de treinamento deve ajudar a padronizar.

Equipamentos. Todos os equipamentos hospitalares necessários devem estar instalados e com manutenção adequadas. Isso é vital para o desempenho do sistema de gestão hospitalar e contribui significativamente para melhores resultados. 

Uso de instrumentos adequados. Instrumentos de boa qualidade agora estão disponíveis a custos mais baixos. Com o desenvolvimento de sistemas de controle de estoque adequados para uma determinada operação, os custos podem ser reduzidos.

Uso de medicamentos apropriados. O acesso e gerenciamento de medicamentos de baixo custo é uma necessidade absoluta para um atendimento adequado.

Uso de tecnologias mais recentes. É importante empregar continuamente tecnologia nos hospitais, das mais recentes que melhorem a qualidade hospitalar. Claro, isso deve ser feito com referência às eficiências de custo.

A melhoria da qualidade hospitalar é um processo dinâmico e deve ser encarado como prioridade pela equipe médica. O desenvolvimento e a manutenção de um sistema sensível ao paciente são fundamentais para atingir esse objetivo. É importante prestar atenção à qualidade em todos os aspectos do atendimento ao paciente, tanto médicos quanto não médicos.

O que mais você acha importante em um hospital quando falamos em qualidade? Deixe um comentário. Se gostou do artigo, compartilhe nas suas redes sociais. 


Fonte: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1705904/

Deixe seu e-mail e receba conteúdos exclusivos

A edição da SBAD desse ano será online, participe!

A partir de amanhã (21/11) até quarta-feira (25/11) estará acontecendo a edição XIX da SBAD. O evento acontece todos os anos e conta com diversas palestras, mesas redondas, simpósios e debates importantes do segmento de Gastroenterologia.

Uma das medidas importantes para evitar o contágio durante esta pandemia é evitar aglomerações. Por esta razão, foi decidido pela organização da SBAD juntamente de seus parceiros FBG, SOBED e CBCD que o evento será realizado no formato digital para o bem de todos.

Links e informações importantes

Saiba mais do evento aqui.

Ainda dá tempo, faça sua inscrição para participar aqui.

Para conferir a programação completa do evento deste ano, clique aqui.

Como Melhorar a Automação Hospitalar?

A inteligência artificial é capaz de revolucionar um hospital. Um dos benefícios mais importantes da inteligência artificial ​​é a automação hospitalar que, muitas vezes passa despercebida. 

O uso de equipamentos hospitalares e softwares para automatizar tarefas básicas em operações e administração pode resultar em melhor experiência do paciente, qualidade de serviço e custos mais baixos.

Os avanços da inteligência artificial e no aprendizado de máquina estão gerando mudanças importantes na forma como a tecnologia é aplicada no cotidiano da saúde. À medida que profissionais e líderes de negócios e de TI trabalham para melhorar os resultados clínicos e a tecnologia nos hospitais, a experiência do paciente e as operações do hospital, é fundamental compreender as oportunidades que essas tecnologias emergentes apresentam.

Por meio da inteligência artificial e o aprendizado de máquina, os computadores são ensinados a reconhecer padrões em dados não estruturados, transformando-os em dados estruturados de uma maneira que a automação hospitalar se torna possível.

Nos próximos dois a três anos, inovações em áreas como registros eletrônicos de saúde (EHR), ciclo de receita e operações permitirão a inteligência artificial em todo o sistema de saúde. Além disso, ela será integrada ao fluxo de trabalho clínico em ferramentas existentes, como o EHR e sistemas de comunicação e arquivamento de imagens (PACS), capacitando os profissionais com dados em tempo real no local de atendimento.

Veja também como o IoT na saúde pode mudar a forma como seu hospital funciona.

Benefícios da automação hospitalar 

Um dos principais benefícios da automação hospitalar ​​é que ela permite que novos projetos e inovações antes considerados fora do alcance devido a limitações de custo ou tempo possam ser implementadas. 

Se o custo de um novo projeto puder ser reduzido em 50% usando IA para automatizar aspectos importantes, o projeto se tornará possível. E a economia de custos em uma área pode liberar dinheiro para investir em outras áreas. 

À medida que os reembolsos diminuem e os custos da folha de pagamento aumentam, colocar a IA em uso na automação de tarefas e processos básicos pode resultar em melhor qualidade de serviço, uma experiência de atendimento ao cliente mais eficaz, implementações de projetos integradas e custos mais baixos.

Confira também alguns exemplos de IoT na saúde e como ele pode ser implementado em uma variedade de processos e sistemas. 

4 Impactos da Automação Hospitalar 

À medida que essas novas ferramentas são implementadas, ter a infraestrutura certa para dar suporte à computação de alto desempenho – rápida, confiável e capaz de lidar com muitos dados – é fundamental. Fora da radiologia, a automação hospitalar pode ter um grande impacto em muitas áreas operacionais e administrativas. Confira alguns exemplos abaixo!

Dados mais rápidos para enriquecer EHRs 

Os fornecedores estão trabalhando para modernizar os recursos dos EHRs e demais dispositivos de IoT para gerar e extrair dados o mais próximo possível do tempo real por meio de novas interfaces de programação de aplicativos e novas maneiras de aproveitar os dados. 

Esses esforços podem reduzir a frustração do médico e melhorar o atendimento ao paciente, pois os profissionais obtêm as informações de que precisam na hora certa e no ambiente certo.

Ordenação aprimorada 

Um dos processos mais demorados para os médicos é o processo de pedido dentro do EHR. Dez anos atrás, um médico podia rabiscar um pedido em um bloco de receitas em segundos, em comparação com os vários cliques necessários para concluir um pedido agora. As tecnologias preditivas e a IA na automação hospitalar podem causar um impacto real para aumentar essa eficiência.

Faturamento mais inteligente 

Os pagadores estão trabalhando para automatizar a tomada de decisões, como pré-autorizações, usando aprendizado de máquina. As implantações de IA em aplicativos de ciclo de receita podem ajudar as organizações a gerar contas mais rapidamente, apresentando contas aos pacientes e familiares antes de deixarem o hospital ou consultório. Isso é crítico, por exemplo, em planos de saúde com alta franquia e com pagamentos maiores aos pacientes.

Equipe adaptável 

Os sistemas de saúde estão começando a usar o aprendizado de máquina para ajustar a equipe para dar suporte aos volumes flutuantes de pacientes no departamento de emergência e reduzir o tempo de espera em serviços ambulatoriais. 

Aproveitando os dados históricos de várias fontes, as organizações podem entender quando contratar funcionários para lidar com um fluxo de pacientes para a próxima temporada de gripe ou aumentar a equipe de suporte durante o clima quente para garantir uma experiência tranquila do paciente na sala de emergência.

É claro que a automação hospitalar tem um vasto potencial para as organizações de saúde inovarem, o céu é o limite e as implementações já estão começando em vários setores e a tendência é crescer cada vez mais.

Conheça nossos produtos que trabalham para oferecer essa automação! Entre em contato pelo whatsapp e veja o que podemos fazer por você (19) 99978-9771.

Deixe seu e-mail e receba conteúdos exclusivos

Vantagens do Insuflador de CO2

As vantagens do insuflador de CO2 são muitas, mas talvez a mais significativa seja trazer mais conforto ao paciente em certos procedimentos e exames.

O uso de equipamento insuflador de dióxido de carbono (CO2) ao invés do ar ambiente para endoscopia gastrointestinal está se tornando uma prática padrão. A insuflação de CO2 não apenas distende efetivamente a área de trabalho para melhor visibilidade e acesso ao revestimento interno do trato digestivo, mas também pode ajudar a minimizar o desconforto do paciente. 

A proposta do SICO2 é insuflar apenas o gás CO2 nos exames de endoscopia e colonosopia, reduzindo o desconforto do paciente. O CO2 é naturalmente absorvido e exalado pelo organismo humano, portanto, o equipamento ajuda a reduzir a indisposição dos pacientes após a realização dos exames.

O sistema possui um fluxômetro de precisão, calibrado para trabalhar com baixa pressão, garantindo o fluxo necessário para o exame sem causar danos ao endoscópio.

Vantagens do insuflador de CO2: Sico 2 da Biocam 

  • CO2 é naturalmente absorvido pelas células do sangue e a excreção realizada na expiração.
  • Estudos realizados mostram que não existe retenção de CO2 no paciente, sendo dispensável o uso de capnógrafo.
  • Diminui de 24 horas para 2 horas o desconforto pós-exame.
  • Otimiza o tempo dos processos da equipe de enfermagem.

Por que utilizar o insuflador de CO2? 

O CO2 pode ser absorvido pelos tecidos e é expelido pelo sistema respiratório com facilidade, já que é um gás comum ao organismo humano. O CO2 também não é inflamável, uma vantagem para utilização em um local que possui muitos equipamentos eletrocirúrgicos. Além disso, um estudo realizado na Universidade de Brasília – UnB comprova que injetar CO2 não prejudica a cicatrização pós-cirúrgica.

Estudo sobre vantagens do insuflador de CO2 

Agora que você já sabe as vantagens do insuflador de CO2, confira os detalhes do estudo sobre o assunto.

Foi relatado que a insuflação de dióxido de carbono (CO2) pode reduzir a dor do paciente e o desconforto abdominal durante e após a colonoscopia. Sua segurança e eficácia durante a colonoscopia, mesmo sob sedação, já foram avaliadas em alguns estudos anteriores. A insuflação de ar ainda é o método padrão, porém, devido à falta de reposição adequada dos equipamentos ou aprimoramento técnico da colonoscopia.

Na cirurgia laparoscópica, a insuflação de CO2 é amplamente aplicada e usada com segurança para pacientes sob anestesia geral. A insuflação de CO2 também é aplicada na colonografia por TC para redução do desconforto durante ou após o procedimento. 

Durante o procedimento endoscópico para ressecção de neoplasia colorretal, entretanto, o longo tempo do procedimento pode aumentar não apenas o grau de desconforto durante e após o procedimento, mas também o risco de perfuração. 

Além da cirurgia laparoscópica, a insuflação de CO2 também tem sido aplicada a outros procedimentos endoscópicos. Relataram a aplicação da insuflação de CO2 na dissecção endoscópica da submucosa (ESD) de neoplasia colorretal em um estudo prospectivo em que o tempo médio de procedimento com insuflação de CO2 foi de 90 minutos sob sedação consciente com média de 5,6 mg de midazolam. 

Quando comparado com o grupo controle em ar ambiente, foi observada diferença estatisticamente desprezível de pCO2, com diferença significativa no desconforto abdominal. A colonoscopia de triagem, que pode ser concluída em 15 minutos se nenhuma lesão for detectada, exige alta satisfação do rastreador para melhorar a adesão do paciente. 

No cenário de colonoscopia após FOBT positivo (teste de sangue oculto nas fezes), a taxa de comparecimento para colonoscopia secundária foi de cerca de 60 a 70% de acordo com os dados demonstrados em estudos clínicos randomizados controlados anteriores e estudos populacionais.

Recentemente, a tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID), uma tecnologia de identificação automática sem fio e captura de dados (AIDC), surgiu como uma inovação multidimensional que pode acelerar a transformação dos processos de saúde. 

Espera-se que a adoção e uso efetivos da tecnologia RFID e outras tecnologias relacionadas à saúde 4.0 transformem os processos de negócios intra e interorganizacionais, permitindo assim a inovação dos processos, coleta e compartilhamento de dados em tempo real no nível da cadeia de suprimentos, análise de negócios e melhorias de tomadas de decisões. 

No contexto específico do setor de saúde, a tecnologia RFID oferece um meio melhor de identificação e rastreamento do paciente. Usamos a tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) para registrar o número de vezes e a duração no banheiro do paciente após o exame de colonoscopia. 

Com a aplicação da insuflação de CO2, o tempo e a duração no banheiro após o exame diminuíram, bem como o desconforto do paciente após o procedimento, e pode-se antecipar uma melhora na adesão do paciente.

Existem outros estudos e comparativos sobre o assunto que podem ser consultados aqui

Confira mais sobre o nosso produto, conjuntos de tubos e acessórios compatíveis para elevar o padrão de atendimento ao paciente.

Fontes: https://clinicaltrials.gov/ct2/show/NCT01807312

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2773898/

Deixe seu e-mail e receba conteúdos exclusivos

Dispositivos de IoT nos Hospitais

A Internet das Coisas já mudou o mundo. Isso influencia tanto a maneira como vivemos quanto nosso trabalho que são impactados por dispositivos de IoT que utilizamos. É comum vermos uma ampla variedade de gadgets, wearables e smartphones conectados a recursos e sensores de Wi-Fi. Todos esses aspectos abriram caminho para a IoT na vida cotidiana das pessoas e em vários setores da economia, incluindo saúde

Embora outras indústrias tenham adotado dispositivos conectados ao IoT mais rapidamente, os profissionais de saúde observam essa tendência de perto, o que pode tornar seu trabalho mais conveniente, eficiente e automatizado no futuro. O Business Insider previu o crescimento de dispositivos de IoT de saúde de aproximadamente 95 milhões em 2015 para 646 milhões em 2020. Esse número é muito expressivo e não deve ser ignorado pelos hospitais. 

O que é a Internet das Coisas? 

Ser capaz de conectar coisas à Internet tem sido uma revolução em nossas vidas. Um primeiro exemplo são os telefones celulares. Lembramos da época em que um celular não era um smartphone, ou seja, ele só permitia ligar e mandar sms e agora, você pode ver filmes, ouvir música e até ler livros. 

Graças a esta conexão com a Internet, esses dispositivos podem adquirir novos benefícios. Assim, o conceito de Internet das Coisas pode ser resumido de forma bastante simples: significa conectar todas as coisas e lugares do mundo à Internet.

No entanto, uma distinção deve ser feita entre a IoT do consumidor e a IoT corporativa. A IoT do consumidor se refere a objetos como wearables (relógios conectados, smartphones) ou assistentes de voz (Google, Alexa da Amazon) que colocam o consumidor no centro de suas funções. Em vez disso, o uso da IoT corporativa pode levar à melhoria dos sistemas e processos existentes para fornecer ganhos operacionais e financeiros.

Quando surgiu? 

A verdadeira revolução na área de saúde eletrônica começou nos Estados Unidos após a criação da legislação da Lei de Tecnologia da Informação para Saúde Econômica e Clínica (HITECH Act) em 2009 para estimular a adoção de registros eletrônicos de saúde (EHR) e tecnologia de apoio.

Então, a tecnologia permitiu que os pacientes se envolvessem no tratamento, pois podiam acessar seus registros médicos, se preparar para consultas e entrar em contato com seus médicos. 

Os sistemas de monitoramento remoto também permitem que os pacientes e enfermeiros/cuidadores acompanhem a saúde individual em tempo real enquanto os pacientes ficam em casa, o que é extremamente benéfico para pacientes com doenças crônicas e idosos.

A próxima etapa parece óbvia – o IoT permitirá que dispositivos eletrônicos que capturem ou monitorem dados se conectem a uma nuvem privada ou pública para que esses dispositivos possam acionar automaticamente certos eventos. 

Dados os vários dispositivos inteligentes na área de saúde, como termômetros, analisadores de gases no sangue, medidores de glicose, camas inteligentes, máquinas móveis de raio-X, unidades de ultrassom, sistema de monitoramento hospitalar, dentre outras, a IoT na área de saúde pode transformar o atendimento ao paciente.

A IoT nos hospitais se tornou um mercado com muito potencial, e os gigantes de TI já correram para oferecer soluções nesse setor. De acordo com um relatório divulgado recentemente pela Grand View Research, os dispositivos IoT globais no mercado de saúde foram avaliados em US $ 58,4 bilhões em 2014 e, em 2020, valerão quase US $ 410 bilhões. 

Grandes empresas, como Medtronic Inc., Philips, Cisco Systems, IBM Corporation, GE Healthcare e Microsoft Corporation, desenvolvem produtos para aplicações médicas especiais.

Por exemplo, a Microsoft construiu a plataforma Microsoft Azure para entrega de serviços de saúde baseada na nuvem. Existem também inúmeras startups nesta área, como Connected Health, EarlySense, Proteus Digital Health e Awarepoint, para citar algumas. Além dos desenvolvimentos tecnológicos, existem outros fatores que facilitam o crescimento da Internet das Coisas na área da saúde.

Um deles é a crescente prevalência de doenças crônicas (insuficiência cardíaca, obesidade, diabetes, etc) e o envelhecimento da população propensa a várias doenças crônicas. 

Outro fator é o desenvolvimento econômico constante e os governos interessados ​​em usar soluções digitais de saúde para melhorar o acesso aos serviços de saúde e diminuir os custos com cuidados.

Dispositivos de IoT Mais Comuns nos Hospitais 

Dispositivos médicos usados ​​para várias aplicações de saúde podem ser subdivididos em 3 grupos principais:

1- Dispositivos de IoT externos 

Normalmente, são biossensores que monitoram dados fisiológicos com comunicação remota / sem fio que podem ser usados ​​para telemedicina e monitoramento de pacientes internados. Por exemplo, esses dispositivos monitoram a pressão arterial, temperatura, glicose, nível de oxigênio, etc.

2- Dispositivos de IoT médicos implantados 

Os dispositivos implantados substituem uma estrutura biológica ausente ou suportam uma estrutura biológica danificada, ou melhoram uma estrutura biológica existente. Esta categoria inclui bombas de infusão implantáveis ​​e outros dispositivos de administração de medicamentos, marcapassos cardíacos, sistemas neuroestimuladores implantáveis ​​e monitores de glicose.

3- Dispositivos de IoT médicos fixos 

Há uma ampla gama de equipamentos médicos fixos, que podem ser usados ​​para várias aplicações, como operações clínicas (dispositivos cirúrgicos) e imagens conectadas (máquinas de raios-X e máquinas de ressonância magnética), testes de laboratório, monitoramento de pacientes, administração de medicamentos, etc.

O número crescente de vários dispositivos médicos conectados transforma a forma como os serviços de saúde são prestados. A telemedicina, ou telessaúde, tornou a prestação de cuidados mais dinâmica e mais centrada no paciente. 

Conforme o número de dispositivos médicos conectados aumenta, cresce também a quantidade de dados que eles geram. As redes e dispositivos de saúde estão se tornando mais inteligentes e complexos e exigem tecnologias de conectividade eficientes, convenientes e seguras.

Confira alguns exemplos de IoT na saúde para entender na prática como os aplicativos de IoT podem funcionar. 

Tecnologias de conectividade mais populares 

De acordo com a pesquisa Grand View, as tecnologias de conectividade mais populares usadas por instalações médicas para conectar vários dispositivos são:

  • Wi-fi
  • Bluetooth de baixa energia
  • ZigBee
  • NFC
  • Celular
  • Satélite

Obviamente, ao utilizar a Internet das Coisas, as instalações de saúde devem cumprir as regras de privacidade e segurança, ainda mais agora com as mudanças trazidas pela LGPD na saúde. Normalmente, os departamentos de TI de hospitais e centros médicos usam métodos seguros para enviar dados médicos para a nuvem, mas ainda há desafios a superar.

Como funcionam os dispositivos conectados? 

Na Internet das Coisas, todas as coisas conectadas à Internet podem ser divididas em 3 categorias, cada uma com suas próprias vantagens:

Primeira categoria: coisas que coletam informações e enviam 

Esses sensores podem ser de temperatura, movimento, eletricidade ou assim por diante. Ao usar uma conexão com a Internet, esses sensores nos permitem coletar informações do ambiente, o que por sua vez nos permite tomar decisões mais inteligentes. Isso otimiza as operações de manutenção e evita despesas inesperadas.

Segunda categoria: coisas que recebem informações e as tratam 

Estamos todos muito familiarizados com esse tipo de objeto em nossa vida diária. Por exemplo, quando um documento é enviado para uma impressora e é impresso. Ou quando a televisão recebe um sinal do controle remoto e o liga. Os exemplos são infinitos.

Todo o potencial da Internet das Coisas está onde os objetos conseguem combinar essas duas ações. Objetos que podem coletar informações e enviá-las, mas também recebê-las e agir em conformidade.

Terceira categoria: fazer ambos, a finalidade de um sistema IoT

Vejamos como exemplo um sensor de temperatura ferroviária. Os dados coletados permitem que o operador saiba quando realizar as operações de manutenção para aquecer os trilhos durante os períodos de congelamento. No entanto, atingir o limite de temperatura pode ativar automaticamente os aquecedores elétricos de trilhos, sem a necessidade de intervenção humana.

Para ir mais longe, se os aquecedores elétricos receberem informações meteorológicas pela Internet, eles poderão prever as condições de congelamento. Então intervenções de manutenção podem ser programadas antes que haja uma falha de serviço.

E agora, graças ao aprendizado de máquina e à inteligência artificial, as informações coletadas por uma infinidade de sensores podem ser processadas por sistemas de computador que permitirão a realização de uma manutenção preditiva real.

Agora que você já está mais bem informado sobre o assunto, é hora de você começar a pensar em melhorias e dispositivos de IoT para o seu hospital. Se quiser conversar sobre suas possibilidades, entre em contato.

Deixe seu e-mail e receba conteúdos exclusivos

Como adaptar o atendimento hospitalar em tempos de pandemia

No início do ano de 2020,  a população entrou em uma das piores crises sanitárias em nível mundial. E com isso, passou por diversas transformações em várias áreas.

Muitos consultórios e clínicas não estavam prontos para esse tipo de situação. A alternativa para alguns atendimentos, foi fechar as portas e adaptar suas formas de atendimento.

Os desafios do atendimento hospitalar

Nesse cenário os profissionais da saúde se tornaram verdadeiros heróis mundiais. Foram e continuam sendo indispensáveis para o combate ao Covid-19.

No entanto, apesar de terem o máximo de cuidados por já atuarem com outras doenças contagiosas, suas rotinas precisaram ser totalmente modificadas.

Pelo fato do contágio acontecer principalmente pela vias aéreas, os superiores optaram por não autorizar atendimentos que não fossem considerados urgentes ou emergenciais. Isso ocorreu tanto em atendimentos hospitalares quanto em atendimentos odontológicos.

Contudo, foram interrompidos os inícios de tratamentos como aparelho ortodôntico ou procedimentos simples e não urgentes como uma extração de dente, e no caso da odontologia hospitalar, o mesmo ocorreu às outras especialidades.

Os atendimentos só são permitidos em casos de urgência que coloque a vida do paciente em risco, como falta de ar, acidentes, em caso da odontologia, o atendimento só é permitido em casos de deformações faciais que prejudiquem a respiração e mastigação, como complicações em um tratamento de canal, por exemplo.

Além disso, foram tomados diversos cuidados para a prevenção, como o distanciamento social e o uso obrigatório de máscara. 

Para os ambientes hospitalares isso precisa ser mais intenso, com exigências e normas de biossegurança.

Restrições sanitárias básicas

Diversas medidas precisam ser tomadas para que os atendimentos sejam seguros tanto para o profissional, quanto para os pacientes.

Medidas como:

  • Utilização de EPI’s próprias, ao entrar na sala de consulta, tanto o paciente quanto o profissional, devem se equipar com gorros, óculos e luvas.
  • Deve seguir uma rotina de higienização bem rigorosa em locais de contato como mesas, cadeiras, interruptores, etc.
  • O cumprimento com aperto de mãos ou abraço não devem acontecer sob nenhuma hipótese.
  • Se possível, o paciente deve estar sozinho, e para evitar aglomerações, é importante que haja horários separados e que não haja atrasos.
  • Higienize constantemente as mãos antes ou após um atendimento, com água e sabão, na falta dos dois, higienizar com álcool 70%.
  • Se possível, mantenha distância do seu paciente.

Teleatendimento

Teleconsulta

A Teleconsulta veio para revolucionar o formato do atendimento hospitalar. Este modelo já vinha sendo estudado há um bom tempo, porém só ganhou força e popularidade com o surgimento do corona vírus.

Teleconsulta é uma espécie de consulta, porém online, que pode ser usada tanto na área hospitalar geral, como na odontologia.

Nela é possível fazer diagnósticos mais simples, tirar dúvidas, transcrever medicamentos e encaminhar possíveis exames.

Hoje, é possível encontrar diversas ferramentas tecnológicas, com alta qualidade e algumas até com baixo custo de investimento.

Teleconsulta é uma ótima opção para manter os atendimentos que não são emergenciais.

3 dicas para melhorar o atendimento em meio à pandemia

1- Aumentar os canais de atendimento

Estamos em um período em que a comunicação só é possível por meio da tecnologia. Com a saúde não poderia ser diferente.

É extremamente importante, que nesse período você disponibilize canais para que esse paciente chegue até você.

Seja um formulário no site, um chatbot ou até mesmo um canal direto para o Whatsapp, é essencial manter um diálogo com seu paciente. 

Apesar de não ser possível realizar procedimentos ou diagnósticos nesse momento, provavelmente existem pessoas que precisam tirar dúvidas com um profissional, dúvidas como, “A restauracao de dente quanto custa?” ou “ Estou com uma dor na região dos ombros, o que devo fazer?”.

2- Atendimento humanizado

O ambiente hospitalar está no mínimo caótico, os profissionais todos equipados com máscaras, toucas e luvas. 

E é claro que o paciente poderá sentir medo de estar em um ambiente assim, e não há nada que possa ser feito quanto ao cenário, exceto, praticar um atendimento humanizado para a tranquilização desse paciente.

Explicar o motivo das vestimentas e as preocupações com contágio são importantes para que o paciente entenda a gravidade da situação, mas é importante falar isso com delicadeza e tranquilidade.

A humanização permite que o paciente sinta-se mais confortável e seja mais detalhado quanto aos sintomas, com isso o atendimento consegue ser mais rápido e eficaz.

3- Preparar o ambiente de atendimento

Vimos que nesse cenário de pandemia, o atendimento pode ser realizado de duas maneiras. Porém, para que seu atendimento seja eficiente, confortável e seguro para ambos, é preciso que o profissional prepare o ambiente.

Para isso, preparamos algumas dicas que devem ser conferidas antes da sua consulta.

Online

  • Verifique sua conexão com a internet, caso esteja oscilando, considere buscar outro ambiente ou um meio alternativo. Caso não seja possível, avise seu paciente;
  • Analise se você está em um ambiente  limpo e sem distrações, e certifique-se de que estejam aparecendo, é muito importante que você tente ao máximo proporcionar um ambiente humanizado;
  • Informe e garanta para seu paciente, que mesmo sendo online, ele está em um ambiente seguro e sigiloso;
  • Por último, seja pontual em iniciar a consulta, mas sempre reserve um tempo de segurança entre uma consulta e outra para que você não deixe ninguém esperando.

Físico

  • Garanta que o ambiente esteja higienizado;
  • Higienize-se;
  • Informe seu paciente das medidas de segurança que devem ser tomadas; 
  • Seja empático, estamos em situações de constante tensão, por isso, procure conversar com o seu paciente para que ele se sinta seguro.

Lembre-se, o melhor atendimento só acontece quando existe a segurança de todos!

Conteúdo produzido por Ana Laura Ferreira, redatora na Clínica Ideal.

Deixe seu e-mail e receba conteúdos exclusivos

Vantagens do Termômetro Digital de Testa

Com a proibição pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no começo de 2019 da fabricação, importação e comercialização do termômetro de mercúrio, em favor da saúde e proteção ao meio ambiente, o termômetro digital de testa e outros modelos passaram a ser fabricados em larga escala.

Os termômetros digitais já se popularizaram e são muito úteis, uma vez que são até mais precisos do que os termômetros tradicionais e medem a temperatura mais rapidamente, o que é muito importante em momentos de pandemia como a que estamos vivendo.

Supermercados, farmácias e outros estabelecimentos já vêm medindo a temperatura dos clientes para evitar riscos de contaminação do novo coronavírus. Através de uma medição eficiente, você reduz os riscos de contaminação de clientes e profissionais que trabalham na sua empresa, além de reduzir filas na entrada.

Como Funciona o Termômetro Digital de Testa? 

Esse nome se popularizou por conta da sua medição que ocorre diretamente na testa, mas seu nome oficial é termômetro infravermelho temporal.  

Ele mede a temperatura quando colocado perto da artéria temporal (a que passa pelas têmporas). Para utilização, deve-se deslizar o termômetro na testa da pessoa da qual deseja medir a temperatura até chegar às têmporas.

Existe um outro modelo de termômetro infravermelho que é o auricular e é posicionado na orelha para medição. A temperatura é medida através do contato com o tímpano, por isso as instruções de utilização devem ser obedecidas à risca, para não haver imprecisão durante a medição.

Características do Termômetro Digital de Testa 

  • Mede temperatura com alta precisão;
  • Função de campainha;
  • Visor LCD;
  • Display com 3 cores;
  • Resolução de 0,1 °C;
  • Armazenamento dos 32 últimos dados de medição;
  • Salvamento e desligamento automático.

Vantagens do Termômetro Digital de Testa 

Por não precisarem de tanto vidro em sua composição, são mais duráveis e menos frágeis do que os termômetros de mercúrio e oferecem menos riscos para a sua saúde. Veja algumas vantagens abaixo!

Agilidade e praticidade 

São mais rápidos de medir, a média é 2 segundos e a amostragem de temperatura é mais precisa, já que o termômetro digital de testa consegue fazer cerca de mil medições por segundo e encontrar uma média entre elas. 

Além disso, não existe a necessidade de encostar o termômetro na pele para saber a temperatura corporal. Isso contribui para a manutenção e higiene do aparelho. 

Conforto e segurança 

Oferece medição sem contato direto e funciona a uma distância de 1 a 5 cm. Tem o funcionamento simples, basta apontar e apertar o botão. Traz o resultado de forma instantânea e tem desligamento automático quando não usado. 

O aparelho necessita somente ser apontado para a testa, permitindo uma distância considerável para realizar a medição. Com isso, ele pode ser utilizado várias vezes sem causar qualquer incômodo ao usuário.

Design e garantia 

O design e a tela de visualização são de fácil utilização e também costumam permitir acesso a dados armazenados, como data e hora. Dependendo do modelo, a garantia do termômetro de testa pode chegar a 5 anos.

O display costuma ser LCD digital e vem com luzes indicadoras de intensidade: luz verde (temperatura normal), luz amarela (temperatura média) e luz vermelha (temperatura alta). 

Também já foi testado clinicamente e atualmente é recomendado por médicos. Além de medir a temperatura corporal, é possível medir a temperatura ambiente e de objetos, se desejado.

Como Escolher o Termômetro Ideal? 

Existem inúmeros fabricantes e modelos de termômetros digitais no mercado, o que pode confundir na hora de fazer uma boa compra. A escolha irá depender das suas necessidades, preço, precisão, quantas pessoas terão que utilizar o termômetro etc.

Para adultos e no caso de necessitar realizar inúmeras medições em pouco tempo, o modelo mais indicado é o termômetro digital de testa ou infravermelho temporal, por ser mais ágil. Além disso, a agilidade da medição evita deixar as pessoas impacientes ou irritadas.

Caso opte por um modelo desses para o seu estabelecimento, lembre-se de seguir à risca as instruções de uso e treinar a sua equipe, caso contrário, a medição poderá ser imprecisa.

Conclusão: Termômetro Digital de Testa é Confiável? 

Em todos os aspectos, sim, o termômetro de testa é confiável e vale muito a pena caso você precise realizar medição rápida e precisa.

No quesito praticidade e conforto é certamente um dos melhores. Um termômetro digital de testa é rápido e evita contato com o paciente, o que previne infecções, além de ser muito simples de ser usado.

Necessitando de um termômetro eficiente para seu estabelecimento? Entre em contato conosco!

Deixe seu e-mail e receba conteúdos exclusivos