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Biocam e Expedicionários da Saúde no Combate ao Coronavírus

A Associação Expedicionários da Saúde (EDS), com o fundamental apoio da BIOCAM, está se mobilizando para ajudar no combate ao Sars-CoV-2 (COVID-19) com o objetivo de garantir assistência médica especializada, gratuita e eficaz aos pacientes acometidos pelo novo coronavírus.

A ONG, em conjunto com seus parceiros, tem como expertise a sinergia entre pessoas e instituições e oferecer uma logística e tecnologia de primeira linha para todos. A EDS irá trabalhar em Campinas, cooperando com o Hospital de Clínicas da UNICAMP, com um Pronto Atendimento para demandas relacionadas ao novo coronavírus a partir de amanhã, dia 01/04.

Além disso, está em fase de implementação uma nova estrutura médica de apoio que funcionará como enfermaria semi-intensiva com 100 leitos e equipamentos médico-hospitalares que ficará à disposição da população. Na Missão COVID-19, trabalharão voluntários EDS e profissionais da saúde pública, em uma parceria com governos estaduais e municipais da Região Metropolitana de Campinas (RMC).

A Biocam vem colaborando com todo o dimensionamento da rede e painéis de gases, com a organização da beira do leito para otimizar o trabalho dos profissionais e garantir o máximo de segurança e conforto para os pacientes atendidos.

Interessados em contribuir com a instituição devem acessar o portal www.eds.org.br e fazer suas doações.

Associação Expedicionários da Saúde e Biocam

A Associação Expedicionários da Saúde é uma organização brasileira sem fins lucrativos criada em 2003 por um grupo de médicos voluntários da cidade de Campinas (SP), que tem como objetivo levar medicina especializada, principalmente atendimento cirúrgico, às populações que vivem isoladas na Amazônia brasileira. 

Até o momento, a EDS realizou 44 expedições com o total de 8.763 cirurgias, 62.881 atendimentos especializados e 97.060 exames e procedimentos, todos gratuitos. Além disso, também realizou 7 Expedições SOS Haiti no ano de 2010, logo após o terremoto que devastou aquele país.

Rogério Ulbrich, CEO da Biocam, se envolve com esse projeto desde 2009, quando viajou mais de 3 mil km até São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, para prestar assistência junto a médicos e voluntários. Desde então contribui com o projeto em nome da Biocam, com empréstimo de equipamentos e captação de parcerias de tecnologia.

Será que nanopartículas de óxido de prata e óxido de cobre repelem vírus de carga positiva como o coronavírus?

Alguns estudos já comprovaram a eficiência de materiais com carga de nanopartículas de óxido de prata e óxido de cobre na redução da proliferação de bactérias e amenização do riscos de contaminação cruzada, como é o caso dos laudos da linha NOBAC produzido pela WEG, que utiliza este material em seus produtos e a BIOCAM que aplica nanopartículas de óxido de prata nas capas e manípulos de suas válvulas reguladoras de pressão.

Entretanto, ainda não se sabe se esse mesmo metal é eficaz no combate ao vírus. Nanopartículas de óxido de prata possuem íons positivos que, quando em contato com outras moléculas de carga positiva, promovem um afastamento dessa partícula.

Portanto, sugere-se que quando esse metal entra em contato com vírus de carga positiva como o coronavírus ocorra uma força repulsiva que afaste o vírus da superfície de equipamentos que utilizam esse princípio ativo.

Porém, ainda é necessário a realização de pesquisas que comprovem a ação de repulsão das nanopartículas com relação ao vírus.

Confira o vídeo explicativo sobre o assunto:

Saiba um pouco mais sobre o assunto no artigo completo “Equipamentos hospitalares a base de óxido de prata x vírus de carga positiva”, de autoria da Lais Regina Rossi, Mestre em Ciências pela USP e doutoranda no programa de Cirurgia e Anatomia do HC-RP.

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